Parceiros Jovens Voluntários Parceiros Voluntários
Pesquisar
Programa
Programa de Formação
O que está acontecendo?
Textos de Referência
Papo em rede
Dicas
Biblioteca
Imprensa
Central do Conhecimento
Agenda

Parcerias





Apoio aos Encontros Regionais de Tribos




Biblioteca
     
 
Tornar a educação inclusiva.pdf
Tornar a educação inclusiva Use SHIFT+ENTER para abrir o menu (nova janela)
Professores do Brasil.pdf
Professores do Brasil: impasses e desafios Use SHIFT+ENTER para abrir o menu (nova janela)
Educação para todos.pdf
Educação Popular na América Latina: diálogos e perspectivasUse SHIFT+ENTER para abrir o menu (nova janela)
PESQUISA_DESIDERATA.pdf
Parcerias com Escolas Municipais do Rio de Janeiro 2009Use SHIFT+ENTER para abrir o menu (nova janela)
resumo_pesquisa Juventudes.pdf
Pesquisa: “Juventude e Integração Sul-Americana: Diálogos para Construir a Democracia Regional”Use SHIFT+ENTER para abrir o menu (nova janela)
 
Mais arquivos

O que você achou do novo site do Parceiros Jovens Voluntários?






Ver resultados

 
Login | Clique aqui

Você está em: Textos de Referência » Artigos

Artigos

10/06/2009
Conhecer para formar

O caos parece ter chegado perto de nós. Tempos em que a cultura da violência e da insanidade humana, tomaram conta das relações. Onde foi parar o encanto e nossa capacidade de indignação? Tudo parece normal. A cultura do senso comum chegou em todos os ambientes. Os parâmetros do que seja ético e cidadão são mensurados pelo poder de quem define esses mesmos conceitos. O privado virou público.  Perdemos a vergonha na cara.  

Esse cenário chega até nós todos os dias pelos portões de nossas escolas. O desencanto pela causa da educação se encontra com uma clientela que não está nem aí para a compreensão do que seja vida escolar. Desconhecem o valor do esforço e da importância da frustração. O fracasso também educa.  Chocante é acompanhar o surgimento da lei do mais fácil para tapar, muitas vezes, a preguiça e a ociosidade onde estão mergulhados parte de nossos alunos, entregues a uma vivência sem significado. Sim, é duro escrever isso. Chocante é constatar que tal realidade está incorporada em todas as camadas sociais.

Essa gente que chega hoje aos bancos escolares talvez saiba responder qual a questão certa na prova que vale cinco pontos. Debocham de colegas, ridicularizam professores, transformam sua escola num local cheio de lixo jogado em todos os cantos. Tanto faz quem limpará. Assumem posturas de gangs gerando medo em suas comunidades.

Traficam e estabelecem regras de convivência. Intimidam e ameaçam a quem se colocar contra essa regra onde a lei do mais forte é aquela que vale.  Definem o que seja natural e aceitável. Dane-se se isso afeta a vida de famílias, crianças, adolescentes e jovens. A única regra possível é impor um mandato onde impera o medo e a insegurança. Alimentam o vazio existencial dessa galera com uma substância capaz de repor a ausência do sabor pela vida.

Esse vazio se chama crack. A indústria da morte é vista à luz do dia. Agem como se não houvesse lei e censura. Vendem, conhecendo o poder de consumo de sua clientela. Enfrentam a qualquer poder constituído com a certeza de que não haverá continuidade no ato de reprimir esses negociadores. Eles  conhecem profundamente a psicologia dos seus consumidores.

Enquanto isso, do outro lado da cena desse filme de horror, estamos inoperantes diante desse caos. É preciso estudar esse fenômeno. Estudar significa priorizar tempo para qualificar um conhecimento que não temos. Tenhamos a coragem para assumir que nada sabemos sobre a transversalidade de um conteúdo chamado droga.

Temos uma geração em nossas mãos pedindo socorro. Instituidores de todas as instâncias é hora de fazer escolhas que passem pelo cuidado efetivo da palavra vida. Se isso significa reprimir, cuidem usando do seu poder de polícia. Se isso significa educar, traduzam a palavra prevenção em ações reais de proteção.  Somos o que fazemos com o nosso tempo. Crack e toda forma de cultura da morte, nem pensar.

Autor: Carlos Alberto Barcellos
Sugerido por: ONG Parceiros Voluntários

  Voltar


Tribos nas Trilhas da
Cidadania

Tribos nas Trilhas da Cidadania

Glossário
Consulte o glossário para entender as expressões e termos mais utilizados nos materiais do Programa Parceiros Jovens Voluntários.

Perguntas Freqüêntes
Saiba mais sobre o Programa Parceiros Jovens Voluntários e a ação Tribos nas Trilhas da Cidadania lendo as respostas sobre as dúvidas mais comuns de que faz parte deste movimento.

"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro..."
Saiba mais sobre o compromisso com o planeta lendo o texto na íntegra.


Largo Visconde do Cairu, 17 - 8º andar - Centro - Porto Alegre - RS - Brasil - CEP 90030-110 | Telefone: 55 (51) 2101.9789
Início   - PV